O que devemos ter em mente na hora de “adoçarmos a vida”
16 de Junho, 2008 O açúcar branco é o resultado de um processamento químico que retira da garapa a sacarose branca e adiciona produtos químicos, desconhecidos em sua maioria, sendo que aditivos como clarificantes, antiumectantes, precipitadores e conservantes pertencem a grupos químicos sintéticos muitas vezes cancerígenos e sempre danosos à saúde. Devemos considera-lo como um produto quimicamente ativo, pois, sendo o resultado de uma síntese química e um produto concentrado. Quando são retiradas da garapa e do mascavo suas fibras, proteínas, sais minerais, vitaminas etc., resta apenas o carboidrato, pobre, isolado, razão pela qual devemos considerar o açúcar como um produto químico e não um alimento.
Os adoçantes de ciclamato e sacarina por sua vez, são substâncias totalmente químicas e não são eliminadas pelo organismo, têm gosto amargo, mas são os mais baratos. Por existirem evidências de serem cancerígenos em ratos, muitos tentam evitar, embora não exista uma relação concreta entre o antigo consumo do ciclamato por diabéticos e o aparecimento de tumores. O aspartame, é um adoçante recente e apesar de um pouco mais caro, é muito apreciado devido ao seu sabor bastante parecido ao do açúcar, sem amargor. A sua popularidade foi aumentando desde a década de 80, quando surgiu, principalmente pelo fato de não possuir efeito cancerígeno, já que é produzido a partir de duas proteínas naturais presentes em vários alimentos, entretanto, ultimamente vêm surgindo informações de que o aspartame estaria associado a várias doenças neurológicas como Esclerose Múltipla e o mal de Alzheimer.
Pense bem, o paladar é educado, experimente passar meses sem comer açúcar e você verá que quando lhe for oferecido algo com tal substância você achará enjoativo e de difícil digestão, sem falar nos ganhos que você terá na qualidade de vida afastando esse vício da sua vida e sentido o verdadeiro sabor dos alimentos.



